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sexta-feira, 29 de abril de 2011

SELEÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS: O HOMENZINHO DA PRAIA

SELEÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS: O HOMENZINHO DA PRAIA: "               O HOMENZINHO DA PRAIA Josefina gostava muito de aventuras. Costumava sempre subir nas arvores e, quando tinha tres anos, fu..."

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O GALO E A PÉROLA


O GALO E A PÉROLA
Galo de linda plumagem
Num monturo esgravatava,
As migalhas e os bichinhos
Comendo, quando os achava.
.
Por acaso dentre as unhas
Linda Pérola lhe salta,
E ao vê-la, diz pronto o galo,
A quem juizo não lhe falta:
.
"Por que vens, ó fina pedra,
A meus olhos te mostrar,
Se lapidário não sou,
Que te possa aproveitar?
.
Quando no cisco escravato,
Vens-me ofender com teu brilho?
Mas me serviria se fosses
neste instante um grão de milho!
.
Isto dizendo, foi prestes,
Outro sítio procurar,
A linda pedra deixando
Sem nela querer tocar.
.
Pesquisa e postagem
Nicéas Romeo Zanchett
http://gotasdeculturauniversal.blogspot.com

sábado, 15 de janeiro de 2011

A RAPOSO SEM RABO


Havia uma raposa que costumava andar distraida pela mata. Num belo dia de suas andanças, caiu numa armadilha. Conseguiu espacar a tempo, mas perdeu o rabo. Sentia vergonha e então pensou num jeito de disfarçar o vexame de ser a única raposa sem rabo do mundo. Teve uma idéia: Convocou todas as raposas do mato para uma reunião.
- Amigas, estive pensando que trazemos esse longo rabo sem nenhuma serventia. Além disso ele nos atrabalha nas corridas. É um pedaço de carne balançando pra lá e pra cá que só enfeia nosso belo corpinho. Sugiro que todas arranquemos logo esse labo inútil.
- Você está certa, companheira - falou a mais velha. - Nosso rabo, além de inútil, é muito feio e só atrapalha. Devemos cortá-lo imediatamente. Já que a idéia foi sua, que seja a primeira a cortá-lo. Vire-se para que possamos realizar a operação.
Desenxabida, a raposa não teve outra saída a não ser virar-se de costas e mostrar traseiro cotó para as outras, que foram embora às gargalhadas.
Moral da história: Os espertos demais constumam se atrapalhar e só dão conselhos pesando em si próprios.
Nicéas Romeo Zanchett
http://romeozanchett-desenhos.arteblog.com.br

A GALINHA DOS OVOS DE OURO


A GALINHA DOS OVOS DE OURO
Um certo casal foi a uma granja e comprou uma galinha. Aparentemente era uma galinha como outra qualquer. Tinha bico, penas, pés e um jeito de bobalhona.
Na manhã seguinte, quando a mulher foi ao galinheiro para recolher os ovos, levou um susto enorme. Em frente aos seus olhos, no meio do ninho, havia um ovo muito diferente, era um ovo de ouro!
A mulher pegou o ovo com a mão direita, cheirou-o, lambeu-o, examinou-o detalhadamente e não teve mais duvida, era mesmo um ovo de ouro verdadeiro.
Saiu correndo e foi acordar o marido para contar-lhe a novidade.
- Querido, acorde. Olhe o que eu encontrei no ninho da galinha que compramos ontem.
O marido acordou, olhou o ovo dourado, pegou, mediu, lambeu, pesou e, finalmente, soltou um grito:
- Mulher, isso é ouro puro! Estamos ricos!
Diante do fato, a mulher foi logo dizendo:
- Se estamos ricos com um único ovo, imagine como ficaremos com o resto de ovos que essa galinha traz na barriga. Vamos logo abrir seu corpo para pegarmos logo essa fortuna.
O marido, cego de ambição, não perdeu tempo. Correu até a cozinha, pegou uma faca e decepou a cabeça da galinha.
Ao abrir o corpo, qual não foi sua decepção, dentro dela só havia o que há dentro de todas as galinhas: tripas, coração, moela, rins e sangue.
O ovo de ouro foi logo gasto e os dois continuaram pobres e passaram o resto da vida se acusando:
- Continuamos pobres por sua culpa.
- Não, a culpa é sua que não teve paciência.
- Minha não, foi sua.
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Moral da história: O excesso de ambição, leva à precipitação e, quem tudo quer tudo perde.
Nicéas Romeo Zanchett

O LOBO E A OVELHA


O LOBO E A OVELHA
Uma ovelha estava bebendo água no rio quando o lobo apareceu. De dentes à mostra ele pôs-se a berar:
- Sua ovelha porcalhona, vou devorá-la por sujar a água que estou bebendo.
- Como posso sujar sua água se estou mais abaixo que o senhor?
- OK - disse o lobo, tratando de achar outra justificativa - então vou devorála porque soube que no ano passado você me xingou.
- Como posso tê-lo xingado se no ano passado eu nem tinha nascido? Tenho apenas seis meses.
- Se não foi você, foi seu irmão.
- Como pode ser meu irmão se sou filha única?
O lobo impaciente, vendo que a conversa já ia longe demais pro seu gosto, berrou furioso:
- Se não foi você, foi seu pai, ou sua mãe, ou seu avô, ou alguém da sua família e, NHAC, devorou a ovelha num bocado.
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MORAL DA HISTÓRIA. Quando as intenções não são boas, não há argumentos convincentes.
Nicéas Romeo Zanchett