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quinta-feira, 23 de abril de 2009

A ASSEMBLÉIA DOS RATOS


A ASSEMBLEIA DOS RATOS - Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -

Era uma vez uma colônia de ratos, que viviam com medo de um gato. Resolveram fazer uma assembleia para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um jovem e esperto rato levantou-se e deu uma excelente ideia:

-Vamos pendurar uma sineta no pescoço do gato e assim, sempre que ele estiver por perto ouviremos a sineta tocar e poderemos fugir correndo. Todos os ratos bateram palmas; o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um velho rato que tinha permanecido calado, levantou-se de seu canto e disse:

- O plano é inteligente e muito bom. Isto com certeza porá fim à nossas preocupações. Só falta uma coisa: quem vai pendurar a sineta no pescoço do gato?


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Moral da história:

Falar é fácil, fazer é que é difícil.

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Nicéas Romeo Zanchett


O LEÃO APAIXONADO


O LEÃO APAIXONADO - Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -
Certa vez um leão se apaixonou pela filha de um lenhador e foi pedir a mão dela em casamento. O lenhador não ficou muito animado com a ideia de ver a filha com um marido perigoso daqueles e disse ao leão que era uma honra, mas muito obrigado, não queria. O leão se irritou; sentindo o perigo, o homem foi esperto e fingiu que concordava:
- É uma honra, meu senhor, mas que dentões o senhor tem! que garras compridas! qualquer moça ia ficar com medo. Se o senhor quer casar com minha filha, vai ter que arrancar os dentes e cortar as garras.
O leão apaixonado foi correndo fazer o que o lenhador tinha mandado; depois voltou à casa do pai da moça e repetiu seu pedido de casamento. O pai esperto que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau e tocou o leão para fora de casa.
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Moral da história:
Quem perde a cabeça por amor, sempre acaba mal.
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Nicéas Romeo Zanchett
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O HOMEM E O LEÃO



O HOMEM E O LEÃO - Fabula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C.
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Um homem e um leão discutiam sobre qual deles era o mais forte, e decidiram conferir ali mesmo.
O homem levou o leão até uma sepultura, onde havia uma pintura do defunto matando um leão.
O leão retrucou:
- O que você me mostrou foi pintado por um homem. Se eu fosse pintar, retrataria um leão matando um homem. Não vamos mostrar nada, pois é melhor medirmos nossas forças um contra o outro. Depois de matar o homem, o leão disse:
- Uma prova pintada não é suficiente. Ele agora descobriu que eu era mais forte.
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Moral da história :
Nem sempre é verdade o que está escrito em algum lugar; é necessário provar a verdade com atos. Esopo.
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Nicéas Romeo Zanchett
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O CACHORRO E O CARNEIRO




O CACHORRO E O CARNEIRO - Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -





Um cachorro levou um carneiro ao tribunal, acusando-o de não devolver-lhe um pão que lhe havia emprestado tempos atrás. O carneiro defendeu-se dizendo que nunca pedira pão algum ao cachorro. O cachorro disse então que iria trazer testemunhas. Trouxe um lobo, que testemunhou ter visto como o cachorro emprestara o pão ao carneiro:
- Como diabo você pode negar o que vimos?
E assim o carneiro foi considerado culpado de perjúrio e condenado a devolver o pão ao cachorro. Mas o carneiro não tinha nenhum pão, e assim o tosquiaram, fazendo-o pagar com sua lã a quem nunca lhe emprestara nada.
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Moral da história:
Cuidado com os que contam mentiras sobre um inocente e ainda as "provam" usando perjúrio.
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Nicéas Romeo Zanchett
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O HOMEM E O MACHADO


O HOMEM E O MACHADO - Fábuda de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -

Um homem certa vez mandou forjar um machado e foi à floresta pedir às árvores que fornecessem um cabo para ele. As árvores decidiram que a oliveira deveria fornecer-lhe um bom cabo; o homem pegou-o, colocou no machado e começou a derrubar as árvores e cortar seus galhos.

Disse o carvalho às outras árvores:

- Bem feito para nós. Somos culpadas de nosso infortúnio porque ajudamos nosso inimigo a arranjar o cabo. Somos a causa da nossa ruína.

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Moral da história:

Aquele que ajuda seu inimigo causa infortúnio a si próprio, e é por isso que todos pesam cautelosamente o que fazer quando um inimigo pede conselhos ou ajuda. - Esopo.

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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

O CAMELO QUE DEFECOU NO RIO


O CAMELO QUE DEFECOU NO RIO

Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C.

Um camelo atravessava um rio de rápida correnteza. Defecou, e viu então seu excremento passar por ele, levado pelas águas ligeiras. E disse: "o que vejo? O que estava atrás de mim ainda agora, eu vejo passando a minha frente!"
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Moral da história:
Isto se aplica a uma cidade ou um país em que os últimos e os imbecis é que dominam em vez dos primeiros e dos sensatos. Esopo.
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Nicéas Romeo Zanchett
LEIA TAMBÉM >>> CONTOS E FÁBULAS DO ROMEO

A RAPOSA E A CEGONHA




A RAPOSA E A CEGONHA - Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI.a.C.---
A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa. Para ela foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome.
-Sinto muito disse a raposa, parece que você não gostou da sopa.

-Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar comigo.

No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro.

-Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estomago o que senti ontem.

Moral da história- Quem com ferro fere, com ferro será felido.

Nicéas Romeo Zanchett -

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sábado, 18 de abril de 2009

A MOÇA E A VASILHA DE LEITE


A MOÇA E A VASILHA DE LEITE
Fábula de Esopo. - Fabulista grego do século V a.C.
Uma moça ia ao mercado equilibrando, na cabeça, a vasilha do leite. No caminho, começou a calcular o lucro que teria com a venda dele.
- Com este dinheiro, comprarei muitos ovos. Naturalmente, nem todos estarão bons, mas, pelo menos, de três quartos deles sairão pintinhos. Levarei alguns para vender no mercado. Com o dinheiro que ganhar, aumentarei o estoque dos ovos. Tornarei a pô-los a chocar e, em breve, terei uma boa fazenda de criação. Ficando rica, os homens, pedir-me-ão em casamento. Escolherei, naturalmente, o mais forte, mais rico e mais bonito. Como me invejarão as amigas! Comprarei um lindo vestido de seda para o casamento e, também, um bonito véu. Todos dirão que sou a noiva mais elegante da cidade.
Assim pensando, sacudiu a cabeça, de contentamento. A vasilha de leite caiu no chão, o leite esparramou-se pela estrada e nada sobrou para vender no mercado.
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Moral da história: Não se deve contar com o ovo quando ele ainda está dentro da galinha.
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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico
LEIA TAMBÉM >>> CONTOS E FÁBULAS DO ROMEO

A CORUJA E A ÁGUIA




A CORUJA E A ÁGUIA - Fábula de Esopo- Fabulista grego do século V a.C.

Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.

-Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

-Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.

-Neste caso combinemos isso: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

- Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?

- Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo,alegres, cheios de graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave. Já sabes, são os meus.

- Está feito! - concluiu a águia.

Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três mostrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.

- Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.

E comeu-os.

Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.

- Que? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

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Moral da história: Quem o feio ama, bonito lhe parece.

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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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O CAMUNDONGO DA CIDADE E O DO CAMPO


O CAMUNDONGO DA CIDADE E O DO CAMPO

Fábula de Esopo- Fabulista grego do século V a.C.

Um camundongo que morava na cidade foi, uma vez, visitar o primo que vivia no campo. Este era um pouco arrogante e espevitado, mas queria muito bem o primo, de maneira que o recebeu com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo.

O camundongo da cidade torceu o nariz e disse:

-Não posso entender, primo, como você consegue viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Venha comigo e eu lhe mostrarei como se vive na cidade. Depois que passar lá uma semana, você ficará admirado de ter suportado a vida no campo.

Os dois puseram-se, então, a caminho. Tarde da noite, chegaram à casa do camundongo da cidade.

-Certamente você gostará de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo.

Conduziu-o à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geléias e bolos deliciosos. De repente, ouviram rosnados e latidos.

-O que é isto? Perguntou, assustado, o camundongo do campo.

São, simplesmente, os cães da casa, respondeu o da cidade.

-Simplesmente? Não gosto desta música durante meu jantar.

Neste momento, a porta se abriu e apareceram dois enormes cães. Os camundongos tiveram de fugir a toda pressa.

-Adeus, primo, disse o camundongo do campo. Vou voltar para minha casa de campo.

-Já vai tão cedo? perguntou o da cidade.

-Sim, já vou e não pretendo voltar, concluiu o primeiro.

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Moral da história: mais vale o pouco certo, que o muito duvidoso.

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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico


A RAPOSA E AS UVAS


A RAPOSA E AS UVAS
Fábula de Esopo - Fabulista grego do século V a.C.
Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:
- Por mim, quem quizer essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguem me desse essas uvas eu não comeria.
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Moral da história: Desprezar o que não se consegue conquistar é fácil.
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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

A CARROÇA VAZIA


Num certo dia, um pai convidou o filho para irem de maratona a Atenas a pé. O filho aceitou com entusiasmo, e disse: que bom! meu querido pai, quem sabe se não vejo os ilustres sábios a discutirem na ágora de Atenas. E foram caminhando. Depois de um certo tempo pararam para descançar debaixo de frondosas árvores à beira de uma riacho. Se fartaram de beber água e descansaram sob as sombras ouvindo as melodias dos pássaros. Nesseinterim, também se ouvia um barulho. O menino apurou os ouvidos e disse: - esse barulho deve ser de uma carroça.

- Isso mesmo, disse o pai do menino. É uma carroça vazia.

O filho perguntou ao pai:

-Papai, como o senhor pode saber se a carroça está vazia se ainda não a vimos?

Então o pai disse:

-Ora, é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

O menino virou adulto, e quando ele via uma pessoa falando demais, inoportuna, se intrometendo nas conversas dos outros, tinha a impressão de ouvir a voz do pai disendo:

"Quanto mais vazia a carroça, mior é o barulho."

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De ESOPO - fabulista grego.

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Moral da história:

"Quem muito fala, muito erra."

Postado por Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico



A CIGARRA E A FORMIGA


Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comida. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado molhados. De repente aparece uma cigarra:
- Por favor, formiguinhas, me dêem um pouco de comida!
As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra seus princípios, e perguntaram:
-Mas por que? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?

Falou a cigarra:
-Para falar a verdade, não tive tempo, Passei o verão todo cantando!
Falaram as formigas:
-Bom... Se você passou o verão todo cantando, que tal passar o inverno dançando? E voltaram para o trabalho dando risadas.
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Fábula de ESOPO
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Moral da história:
Os preguiçosos colhem o que merecem.
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Post. Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico
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BIOGRAFIA DE ESOPO




Esopo (em grego) Aisôpos - Foi um lendário escritor grego que teria vivido na antiga Grécia. A êle se atribui a paternidade da fábula como gênero literário.
Foi o maior fabulista do século VI a.C. Não se sabe ao certo o local de seu nascimento. Muitas cidades clamam para si esta honra, entre elas estão Atenas, Trácia, Frígia, Etiópia, Samos e Sardes.
É um personagem mais lendário do que histórico, pois todos os dados que temos são discutíveis. Consta que teria morrido em Delfos.
A história conta que êle teria sido um escravo muito inteligente, cujo dono ao descobrir suas fábulas o teria libertado. Depois de livre viajou pelo mundo conhecido de então passando pelo Egito, a Babilônia e o Oriente. Não existe prova concreta que que tenha escito alguma coisa. O que consta é que suas fábulas passaram de boca em boca até serem reunidas num volume escrito por Demétrio de Falera em 325 a.C.
As obras a êle atribuidas sempre sugeram normas de conduta exemplificadas pela participação de animais, de homens, deuses, plantas e outras coisas inanimadas. Seus escritos eram originais da cultura popular onde os animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, como são os homens em todos os tempos. Sua meta era mostrar, com pequenas histórias, como são os seres humanos em suas atitutes tanto para o bem como para o mal.
As fábulas reunidas que lhe são atribuidas formam um conjunto de pequenas histórias, de caráter moral e alegórico, tendo animais e plantas nos papeis principais. Essas pequenas histórias eram muito apreciadas na Atenas do século V a.C.
Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico
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