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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

DOIS AMIGOS E UM URSO - Adaptação Nicéas


                  Dois amigos andavam pela floresta quando, de repente, apareceu um enorme urso faminto. Um dos amigos correu, subiu imediatamente numa árvore e de lá ficou só olhando o que iria acontecer com seu companheiro de jornada. 
                  O outro, sabedor de que ursos não atacam quem esta morto, deitou-se e ficou quietinho e sem respirar. O urso aproximou-se dele e cheirou-o por todos os lados, principalmente sua cabeça; depois calmamente saiu e desapareceu na floresta. 

                  O amigo medroso, ao perceber que o perigo havia passado, desceu da árvore e foi ter com o fingido que ainda estava deitado. Aproximou-se e lhe perguntou: 
                   - O que foi que o urso estava cochichando no seu ouvido. E este lhe respondeu: 
                   - Ele me disse que nunca se deve andar com falsos amigos que nos abandonam nos momentos mais difíceis.  
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Moral da história.
O verdadeiro amigo sempre é solidário, principalmente nas horas mais difíceis. 
Nicéas Romeo Zanchett 

domingo, 30 de agosto de 2015

O VELHO CÃO DE CAÇA


Uma fábula de Esopo 
Por Nicéas Romeo Zanchett 
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              Houve um velho cão de caça que tinha trabalhado muito durante longos anos; estava velho, cansado e doente. Mas seu dono insistia em levá-lo para caçar.
               Aconteceu que durante uma exaustiva caçada pelas montanhas, o velho cão conseguiu apanhar um grande veado; agarrou-o por uma das patas, mas seus dentes já velhos e estragados não conseguiram segurar o ágil animal. 
               Desesperado, o dono ficou furioso e começou a bater com chicote no pobre cão. O fiel animal disse-lhe tristemente: 
               - Senhor, tenha piedade! não bata no seu antigo servo; eu de boa vontade continuaria a servir-lhe como antes, mas estou velho e faltam-me forças. Se hoje não sou de grande utilidade, lembre-se dos bons tempos em que lhe prestei todos os serviços solicitados.
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MORAL DA HISTÓRIA
         Hoje muitas pessoas desprezam os velhos pela sua fraqueza e falta de energia. Não é justo que se esqueçam dos bons tempos que dedicaram ao trabalho em benefício da família e da sociedade. 
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Tenho muita esperança nas crianças. Percebo que está havendo muito mais amor aos animais e isto é motivo para festejarmos. 

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Nunca se esqueça que você também envelhece com seu cão; Nunca o abandone. É na velhice que ele precisa de retribuição. 

Nicéas Romeo Zanchett 





domingo, 22 de fevereiro de 2015

O LOBO E O CABRITINHO


                    Certo dia, um lobo viu um cabritinho que brincava correndo pelos campos longe da casa dos seus pais. Sem nenhuma demora partiu correndo para pegá-lo. Mas o cabritinho, assustado e com muito medo, correu desesperadamente para salvar-se. Depois de muito correr, já cansado, decidiu dialogar com o lobo para que ele desistisse de devorá-lo. Parou e disse: 
                   - Espere senhor lobo; já compreendi que não tenho como escapar de suas garras, mas antes de ser devorado quero lhe fazer  um último pedido. 
                   - Está bem - disse o lobo - se for possível vou atender o seu pedido. O que você quer? 
                   - É que eu gosto muito de música e sempre trago comigo uma gaitinha; gostaria que, antes de me devorar, alegre meus últimos momentos tocando a gaita para eu dançar. 
                   - Está certo. Dê-me essa tal gaita que tocarei. Vamos logo com isso porque estou com fome. 
                   O lobo começou a tocar e o cabritinho dançou alegremente, indo e vindo para todos os lados.
                    O cabritinho sabia que ali perto havia uma casa com cães pastores. Não demorou muito e os bravos animais chegaram e puseram o lobo para correr desesperadamente. 
                    O cabritinho voltou para casa a salvo e pensando: "Se tivesse ouvido o conselho da minha mãe não teria me metido em encrencas. Nunca mais vou sair às escondidas". 
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Moral da história
O conselho de nossos pais devem ser seguidos porque eles sempre querem o melhor para nós.
Nicéas Romeo Zanchett 

terça-feira, 27 de maio de 2014

A RAPOSA E O LEÃO VAIDOSO

A RAPOSA E O LEÃO 
                      A raposa sempre foi muito esperta. Um dia quis provar que era melhor que o leão e foi até ele discutir sobre o assunto. 
                      - Senhor Leão - estive pensando e cheguei à conclusão que sou melhor que o senhor; da última vez que procriei tive três lindos filhotes e, pelo que sei, o senhor é pai de apenas um leãozinho.
                       - É verdade, respondeu o leão, mas o meu filho é um príncipe e um dia  herdará meu lugar e será o rei da floresta; enquanto seus filhotes nunca terão o poder. 
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Moral da história: Muitos se consideram superiores apenas por ter algum cargo importante. 
Adaptação: 
Nicéas Romeo Zanchett 
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sábado, 18 de janeiro de 2014

MÚSICAS SELECIONADAS : Earth Song - Michael Jackson - Subtítulos en españ...



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MÚSICAS SELECIONADAS : Earth Song - Michael Jackson - Subtítulos en españ...:   A CRUELDADE DO SER HUMANO NÃO TEM LIMITES. ESTAMOS DESTRUINDO NOSSO  HABITAT  Nicéas Romeo Zanchett  LEIA >...
EXISTE SENTIMENTOS E AMOR ENTRE OS ANIMAIS
Precisamos respeitá-los e protegê-los.
Nicéas Romeo Zanchett 

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LEIA >>>>>> SUPERPOPULAÇÃO
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS



O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                 Houve, num tempo muito distante, um velho lavrador que tinha dois filhos. Após ficar gravemente enfermo e sentindo que iria morrer, chamou os dois até a cabeceira de sua cama  e assim lhes falou: 
                 - Meus queridos filhos, sinto que vou morrer; antes, porém, quero dizer-lhes que toda a fortuna que posso deixar-lhes  e que repartirão em partes iguais, é a fazenda  e as terras; desejo que continuem a cultivá-las, pois nelas, a um dou dois pés de profundidade, há um tesouro. 
                 Os filhos ficaram entusiasmados, acreditando que seu pai falava de alguma soma de dinheiro enterrada nas dependências da fazenda, e assim, depois da sua morte, puseram-se com todo o afã a cavar  as suas terras palmo a palmo. Extenuados de fadiga, não conseguiram encontrar o tal tesouro; mas a terra, perfeitamente cavada e removida, deu-lhes uma abundante colheita que foi a justa recompensa do seu trabalho. 
MORAL DA HISTÓRIA
 Não existe forma milagrosa para enriquecer. O trabalho cuidadoso e persistente é a verdadeira fonte de riquezas. Por isso, nunca desista dos seus sonhos. 
Nicéas Romeo Zanchett 

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O LEÃO, O LOBO E A RAPOSA



O LEÃO, O LOBO E A RAPOSA 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                   O leão que reinava naquela floresta já estava bastante velho; sentia-se cansado e doente, mas ainda era muito respeitado. 
                    Todos os animais foram visitá-lo, menos a raposa. O lobo, que não gostava da raposa e pensava em devorá-la, vendo que ela não vinha , aproveitou para cochichar no ouvido do leão.
                    - Majestade, o senhor reparou que todos vieram vê-lo, menos a raposa? 
                    - É verdade - disse o leão zangado. - Pois vá procurar aquela abusada e a traga aqui, imediatamente. 
                     O lobo logo tratou de aproveitar a oportunidade e saiu à procura da raposa. Assim que a encontrou, pegou-a pelo pescoço, pôs nas costas e levou até a presença do rei leão. 
                    Mas a esperta raposa já tinha um bom plano na cabeça. Assim que chegou foi logo se justificando dizendo: 
                    - Majestade, desculpe não ter vindo antes visitá-lo, mas estou muito preocupada com sua saúde e tenho andado à procura de algum remédio para curá-lo. 
                    - É mesmo? - perguntou o leão. E mostrando-se muito satisfeito, continuou:
                    - E você já descobriu como será possível curar-me?
                    E a raposa, cheia de alegria, foi logo dizendo: 
                    - Encontrei um velho amigo curandeiro que me informou a solução para o seu problema. 
                     - E que solução é essa? - perguntou o leão. 
                     - Ele me disse que para curar a sua enfermidade será necessário que o senhor passe a usar uma pele de lobo bem quentinha sobre as costas. 
                     Ao ouvir isso, o leão deu um salto sobre o lobo e arrancou-lhe a pele. 

Moral da História:  Quem procura fazer mal aos outros, acaba sendo vítima de suas próprias artimanhas. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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BONS AMIGOS


terça-feira, 23 de julho de 2013

O CAVALO E O BURRO - Nicéas Romeo Zanchett


O CAVALO E O BURRO 
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Um cavalo e um burro iam caminhando por uma estrada, seguindo seu dono. O cavalo não levava nenhuma carga, mas a do burro era tão pesada que ele mal podia andar, e por isso pediu ao seu companheiro que o ajudasse a levar uma parte dela. 
                   Mas o cavalo, que era egoísta e de mau comportamento, negou-se a prestar ajuda ao pobre burro; Não demorou muito e este, de tanto esforço,  caiu  quase morto no caminho. 

 
                    O dono até que tentou aliviar a carga, mas ele já não tinha forças nem para andar.
Então o dono dos animais resolveu que o cavalo deveria continuar o caminho com aquela carga. 
                     Assim, o cavalo que não quis ajudar o  burro, teve de levar sozinho todo aquele peso até o final.
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Moral da história: Muitas vezes temos de pagar caro pelo nosso egoísmo. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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A RAPOSA E A MASCARA - Nicéas Romeo Zanchett


A RAPOSA E A MASCARA 
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Num certo dia de verão, uma raposa passeava pelos campos e encontrou em seu caminho uma máscara de homem. Pegou-a com grande curiosidade e, examinando-a detidamente, reparou que era oca por dentro. 
                  Ao ver isso ela não conteve o riso e disse: 
                  - É pena que uma cabeça de rosto tão lindo não tenha miolos!
                  E foi-se  embora rindo e julgando aquela máscara que lhe parecia tão insignificante. 
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Moral da história: De nada vale uma boa aparência se não tiver juízo. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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ELEIÇÃO DA RAINHA DAS AVES -Nicéas Romeo Zanchett



A ELEIÇÃO DA RAINHA DAS AVES
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Um dia, todas as aves se reuniram em assembléia geral para eleger a rainha das aves. Surgiram muitas dificuldades sobre como deveria ser a eleição. 
                  A beleza é uma das qualidade que a futura  monarca deveria ostentar. 
                  Disse o pavão real: 
                  - Mostremos a nossa plumagem.

                 A coruja tomou a palavra e disse; 
                 - Em primeiro lugar, deve vir a dignidade; e como podem ver ninguém tem aspecto mais nobre que eu.
                  O papagaio logo adiantou-se e disse: 
                  - Para ser um rei ou rainha é preciso saber falar com clareza; e aqui todos sabem que sou o melhor falante de toda a floresta. 

                  Mas a águia não aceitou os argumentos das aves que até então se manifestaram e disse: 
                  - Todos sabem, somos seres voadores e ninguém aqui voa mais alto que eu, e, portanto, não há ninguém mais apto para este elevado cargo. 
                  E como a águia era robusta e vigorosa, impôs sua vontade à assembleia. 
                   Mas os demais pássaros ainda não se conformavam e, a um sinal combinado, todos se lançaram no espaço para ver quem se elevava mais alto. A águia não tardou muito em pairar acima de todas as outras.
                  Mas, na pressa de atingir as alturas, a águia não percebeu que sobre seus ombros carregava uma corruíra; esta, descansada e tranquila,  abandonou seu posto e elevou-se um pouco acima da águia. 
                 
                   Muito contrariada, a águia teve de aceitar que a assembleia elegesse uma corruíra para rainha daquelas aves.  
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Nicéas Romeo Zanchett
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Moral da história: A vitória nem sempre é do mais forte. 
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O BURRO INSATISFEITO e O DEUS JÚPITER - Nicéas Romeo Zanchett



O BURRO INSATISFEITO e O DEUS JÚPITER
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett
                Um velho plantador de verduras tinha um burro que se dizia cansado de levar diariamente as hortaliças para o mercado. Tomou conhecimento de que  havia um Deus chamado Júpiter que realizava os desejos de quem pedisse. 
               Certo dia, pediu a Júpiter que lhe concedesse outro dono; queria sair daquela velha rotina em que sua vida tinha se transformado. Júpiter, prontamente atendeu ao seu pedido dando-lhe por dono um fabricante de tijolos e telhas que o fazia trabalhar muito mais e com cargas bem mais pesadas. 
                O burro, ao perceber que havia cometido um erro, voltou até Júpiter e pediu que lhe desse outro dono. 
                 Foi imediatamente atendido, e desta vez foi trabalhar para um curtidor de peles que o tratou com muito mais crueldade que os outros dois. 

                   Com mais essa decepção, o velho burro quis voltar  para o primeiro dono, mas já era tarde; ele já o tinha substituído por outro burro mais novo. 
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Moral da história: Quando muito se procura, sem saber o que realmente quer, acaba encontrando o que nunca procurou. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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A RAPOSA E O LEÃO - Nicéas Romeo Zanchett


A RAPOSA E O LEÃO 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 

                    A raposa, como é muito esperta, sempre andava sem medo pela floresta. Um certo dia encontrou, pela primeira vez, com o temível leão, rei dos animais.  Seu aspecto feroz e os temíveis rugidos a aterrorizaram de tal maneira que caiu por terra a tremer, e quase morreu de susto. 

                   Numa outra ocasião encontrou pela segunda vez com o temível rei dos animais; o seu espanto já não foi tão grande e até ficou olhando-o, sorrateiramente, à certa distância.
                   Porém, quando o encontrou pela terceira vez, a raposa já tinha perdido o medo e, aproximando-se tranquilamente do leão, iniciou uma animada conversa com ele, como se fossem velhos amigos.
                   Ela não percebeu que sua atitude de desrespeito poderia causar sérios problemas e até sua morte. 
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Moral da história: A convivência, muitas vezes, leva ao desrespeito. 
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A COTOVIA E SEUS FILHOTES - Nicéas Romeo Zanchett


A COTOVIA E SEUS FILHOTES 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
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                   A cotovia tinha feito o seu ninho num campo de cereais. Lá depositou seus ovos e nasceram lindos filhotinhos. 
                   Numa certa manhã, antes de sair à procura de comida para os seus filhinhos, recomendou-lhes que ficassem sempre alertas, e que escutassem tudo o que o lavrador, dono daquele campo semeado dissesse, para lhe contar quando voltasse. 
                   E la´se foi a cotovia voando feliz. Quando voltou os pequenos lhe contaram que o lavrador tinha passado por ali com seu filho e que combinaram chamar os vizinhos para colher (ceifar) o trigo. 
                   - Então, disse a cotovia mãe, ainda não há perigo. 
                   No dia seguinte as cotoviazinhas  contaram que o lavrador tinha passado de novo por ali com seu filho e lhe determinou que fosse chamar os primos para ajudá-lo ceifar o trigo. 
                    Mesmo ouvindo isso, a cotovia mãe continuava acreditando que ainda não havia perigo. 
                    No terceiro dia, os filhotes contaram à mãe que tinham ouvido o lavrador combinando com o filho para eles mesmos ceifarem o trigo. 
                    Ah, sim? interrogou a prudente mão cotovia; então é chegada a hora  de sairmos daqui. Eu já sabia que nem os vizinhos nem os parentes do lavrador o ajudariam na tarefa; mas se ele mesmo vai ceifar o trigo, então não temos outra saída senão mudarmo-nos para outro campo.
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Moral da história: É melhor fazer do que pedir favor a alguém. 
Nicéas Romeo Zanchett 

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

O VEADO VAIDOSO E OS LOBOS



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O VEADO VAIDOSO E OS LOBOS 
                Num certo dia de verão, veado foi ao lago beber água. Ele aproveitou que as águas estavam igual a um espelho e ficou admirando a sua própria beleza. Mas não se mostrava nada satisfeito pelo que estava vendo e começou a maldizer-se: 
                 - Os meus chifre são realmente lindos, maravilhosos; mas minhas pernas não combinam nada com minha beleza.  Acho que são grandes e muito finas; realmente, a natureza não foi justa comigo. 
                  Naquele exato momento avistou uma matilha de lobos que vinha em sua direção. Não pensou duas vezes e saiu correndo; os lobos ainda tentaram pegá-lo, mas não conseguiram. 
                  Depois de uma longa corrida, parou   para descansar, e então pensou: 
                  - Acho que a natureza não errou; foi graças às minhas pernas finas que consegui salvar-me; esses lindos galhos da minha cabeça só atrapalharam. Se não fosse pela sabedoria da natureza, teria virado jantar dos lobos. 
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Moral da história: A vaidade pode prejudicar. Nem sempre o mais belo tem maior serventia. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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O MACACO E A ONÇA

O MACACO E A ONÇA 
                 A onça é mesmo um animal muito esperto; pode ficar por horas esperando uma presa para dar seu bote mortal. 
                 Houve uma onça que resolveu fingir que estava morta para pegar sua presa com mais facilidade. Ela pensou: 
                 - Vou ficar aqui, bem quietinha, para que todos pensem que estou morta; assim, quando os trouxas se aproximarem, e estiverem bem perto, dou meu bote e terei, então, uma farta refeição.
                 A ideia parecia ótima. Quando os bichos da floresta souberam que a onça havia morrido, foram logo ver e até queriam fazer um velório.
                 Aos poucos, todos foram chegando, e entre eles havia um macaco muito experiente, que perguntou:
                 A dona Onça já espirrou? Todos sabem que as onças espirram antes de morrer. 
                 Ao ouvir essas palavras, a onça soltou um espirro de fazer a terra toda estremecer. Os bichos fugiram todos apavorados. Não ficou ninguém para o enterro. 
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Moral da história: com esperteza demais costuma dar tudo errado.  
Nicéas Romeo Zanchett
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