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domingo, 30 de agosto de 2015

O VELHO CÃO DE CAÇA


Uma fábula de Esopo 
Por Nicéas Romeo Zanchett 
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              Houve um velho cão de caça que tinha trabalhado muito durante longos anos; estava velho, cansado e doente. Mas seu dono insistia em levá-lo para caçar.
               Aconteceu que durante uma exaustiva caçada pelas montanhas, o velho cão conseguiu apanhar um grande veado; agarrou-o por uma das patas, mas seus dentes já velhos e estragados não conseguiram segurar o ágil animal. 
               Desesperado, o dono ficou furioso e começou a bater com chicote no pobre cão. O fiel animal disse-lhe tristemente: 
               - Senhor, tenha piedade! não bata no seu antigo servo; eu de boa vontade continuaria a servir-lhe como antes, mas estou velho e faltam-me forças. Se hoje não sou de grande utilidade, lembre-se dos bons tempos em que lhe prestei todos os serviços solicitados.
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MORAL DA HISTÓRIA
         Hoje muitas pessoas desprezam os velhos pela sua fraqueza e falta de energia. Não é justo que se esqueçam dos bons tempos que dedicaram ao trabalho em benefício da família e da sociedade. 
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Tenho muita esperança nas crianças. Percebo que está havendo muito mais amor aos animais e isto é motivo para festejarmos. 

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Nunca se esqueça que você também envelhece com seu cão; Nunca o abandone. É na velhice que ele precisa de retribuição. 

Nicéas Romeo Zanchett 





terça-feira, 27 de maio de 2014

A RAPOSA E O LEÃO VAIDOSO

A RAPOSA E O LEÃO 
                      A raposa sempre foi muito esperta. Um dia quis provar que era melhor que o leão e foi até ele discutir sobre o assunto. 
                      - Senhor Leão - estive pensando e cheguei à conclusão que sou melhor que o senhor; da última vez que procriei tive três lindos filhotes e, pelo que sei, o senhor é pai de apenas um leãozinho.
                       - É verdade, respondeu o leão, mas o meu filho é um príncipe e um dia  herdará meu lugar e será o rei da floresta; enquanto seus filhotes nunca terão o poder. 
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Moral da história: Muitos se consideram superiores apenas por ter algum cargo importante. 
Adaptação: 
Nicéas Romeo Zanchett 
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS



O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                 Houve, num tempo muito distante, um velho lavrador que tinha dois filhos. Após ficar gravemente enfermo e sentindo que iria morrer, chamou os dois até a cabeceira de sua cama  e assim lhes falou: 
                 - Meus queridos filhos, sinto que vou morrer; antes, porém, quero dizer-lhes que toda a fortuna que posso deixar-lhes  e que repartirão em partes iguais, é a fazenda  e as terras; desejo que continuem a cultivá-las, pois nelas, a um dou dois pés de profundidade, há um tesouro. 
                 Os filhos ficaram entusiasmados, acreditando que seu pai falava de alguma soma de dinheiro enterrada nas dependências da fazenda, e assim, depois da sua morte, puseram-se com todo o afã a cavar  as suas terras palmo a palmo. Extenuados de fadiga, não conseguiram encontrar o tal tesouro; mas a terra, perfeitamente cavada e removida, deu-lhes uma abundante colheita que foi a justa recompensa do seu trabalho. 
MORAL DA HISTÓRIA
 Não existe forma milagrosa para enriquecer. O trabalho cuidadoso e persistente é a verdadeira fonte de riquezas. Por isso, nunca desista dos seus sonhos. 
Nicéas Romeo Zanchett 

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terça-feira, 23 de julho de 2013

O CAVALO E O BURRO - Nicéas Romeo Zanchett


O CAVALO E O BURRO 
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Um cavalo e um burro iam caminhando por uma estrada, seguindo seu dono. O cavalo não levava nenhuma carga, mas a do burro era tão pesada que ele mal podia andar, e por isso pediu ao seu companheiro que o ajudasse a levar uma parte dela. 
                   Mas o cavalo, que era egoísta e de mau comportamento, negou-se a prestar ajuda ao pobre burro; Não demorou muito e este, de tanto esforço,  caiu  quase morto no caminho. 

 
                    O dono até que tentou aliviar a carga, mas ele já não tinha forças nem para andar.
Então o dono dos animais resolveu que o cavalo deveria continuar o caminho com aquela carga. 
                     Assim, o cavalo que não quis ajudar o  burro, teve de levar sozinho todo aquele peso até o final.
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Moral da história: Muitas vezes temos de pagar caro pelo nosso egoísmo. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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A RAPOSA E A MASCARA - Nicéas Romeo Zanchett


A RAPOSA E A MASCARA 
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Num certo dia de verão, uma raposa passeava pelos campos e encontrou em seu caminho uma máscara de homem. Pegou-a com grande curiosidade e, examinando-a detidamente, reparou que era oca por dentro. 
                  Ao ver isso ela não conteve o riso e disse: 
                  - É pena que uma cabeça de rosto tão lindo não tenha miolos!
                  E foi-se  embora rindo e julgando aquela máscara que lhe parecia tão insignificante. 
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Moral da história: De nada vale uma boa aparência se não tiver juízo. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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ELEIÇÃO DA RAINHA DAS AVES -Nicéas Romeo Zanchett



A ELEIÇÃO DA RAINHA DAS AVES
 Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
                  Um dia, todas as aves se reuniram em assembléia geral para eleger a rainha das aves. Surgiram muitas dificuldades sobre como deveria ser a eleição. 
                  A beleza é uma das qualidade que a futura  monarca deveria ostentar. 
                  Disse o pavão real: 
                  - Mostremos a nossa plumagem.

                 A coruja tomou a palavra e disse; 
                 - Em primeiro lugar, deve vir a dignidade; e como podem ver ninguém tem aspecto mais nobre que eu.
                  O papagaio logo adiantou-se e disse: 
                  - Para ser um rei ou rainha é preciso saber falar com clareza; e aqui todos sabem que sou o melhor falante de toda a floresta. 

                  Mas a águia não aceitou os argumentos das aves que até então se manifestaram e disse: 
                  - Todos sabem, somos seres voadores e ninguém aqui voa mais alto que eu, e, portanto, não há ninguém mais apto para este elevado cargo. 
                  E como a águia era robusta e vigorosa, impôs sua vontade à assembleia. 
                   Mas os demais pássaros ainda não se conformavam e, a um sinal combinado, todos se lançaram no espaço para ver quem se elevava mais alto. A águia não tardou muito em pairar acima de todas as outras.
                  Mas, na pressa de atingir as alturas, a águia não percebeu que sobre seus ombros carregava uma corruíra; esta, descansada e tranquila,  abandonou seu posto e elevou-se um pouco acima da águia. 
                 
                   Muito contrariada, a águia teve de aceitar que a assembleia elegesse uma corruíra para rainha daquelas aves.  
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Nicéas Romeo Zanchett
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Moral da história: A vitória nem sempre é do mais forte. 
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O BURRO INSATISFEITO e O DEUS JÚPITER - Nicéas Romeo Zanchett



O BURRO INSATISFEITO e O DEUS JÚPITER
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett
                Um velho plantador de verduras tinha um burro que se dizia cansado de levar diariamente as hortaliças para o mercado. Tomou conhecimento de que  havia um Deus chamado Júpiter que realizava os desejos de quem pedisse. 
               Certo dia, pediu a Júpiter que lhe concedesse outro dono; queria sair daquela velha rotina em que sua vida tinha se transformado. Júpiter, prontamente atendeu ao seu pedido dando-lhe por dono um fabricante de tijolos e telhas que o fazia trabalhar muito mais e com cargas bem mais pesadas. 
                O burro, ao perceber que havia cometido um erro, voltou até Júpiter e pediu que lhe desse outro dono. 
                 Foi imediatamente atendido, e desta vez foi trabalhar para um curtidor de peles que o tratou com muito mais crueldade que os outros dois. 

                   Com mais essa decepção, o velho burro quis voltar  para o primeiro dono, mas já era tarde; ele já o tinha substituído por outro burro mais novo. 
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Moral da história: Quando muito se procura, sem saber o que realmente quer, acaba encontrando o que nunca procurou. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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A RAPOSA E O LEÃO - Nicéas Romeo Zanchett


A RAPOSA E O LEÃO 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 

                    A raposa, como é muito esperta, sempre andava sem medo pela floresta. Um certo dia encontrou, pela primeira vez, com o temível leão, rei dos animais.  Seu aspecto feroz e os temíveis rugidos a aterrorizaram de tal maneira que caiu por terra a tremer, e quase morreu de susto. 

                   Numa outra ocasião encontrou pela segunda vez com o temível rei dos animais; o seu espanto já não foi tão grande e até ficou olhando-o, sorrateiramente, à certa distância.
                   Porém, quando o encontrou pela terceira vez, a raposa já tinha perdido o medo e, aproximando-se tranquilamente do leão, iniciou uma animada conversa com ele, como se fossem velhos amigos.
                   Ela não percebeu que sua atitude de desrespeito poderia causar sérios problemas e até sua morte. 
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Moral da história: A convivência, muitas vezes, leva ao desrespeito. 
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A COTOVIA E SEUS FILHOTES - Nicéas Romeo Zanchett


A COTOVIA E SEUS FILHOTES 
Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 
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                   A cotovia tinha feito o seu ninho num campo de cereais. Lá depositou seus ovos e nasceram lindos filhotinhos. 
                   Numa certa manhã, antes de sair à procura de comida para os seus filhinhos, recomendou-lhes que ficassem sempre alertas, e que escutassem tudo o que o lavrador, dono daquele campo semeado dissesse, para lhe contar quando voltasse. 
                   E la´se foi a cotovia voando feliz. Quando voltou os pequenos lhe contaram que o lavrador tinha passado por ali com seu filho e que combinaram chamar os vizinhos para colher (ceifar) o trigo. 
                   - Então, disse a cotovia mãe, ainda não há perigo. 
                   No dia seguinte as cotoviazinhas  contaram que o lavrador tinha passado de novo por ali com seu filho e lhe determinou que fosse chamar os primos para ajudá-lo ceifar o trigo. 
                    Mesmo ouvindo isso, a cotovia mãe continuava acreditando que ainda não havia perigo. 
                    No terceiro dia, os filhotes contaram à mãe que tinham ouvido o lavrador combinando com o filho para eles mesmos ceifarem o trigo. 
                    Ah, sim? interrogou a prudente mão cotovia; então é chegada a hora  de sairmos daqui. Eu já sabia que nem os vizinhos nem os parentes do lavrador o ajudariam na tarefa; mas se ele mesmo vai ceifar o trigo, então não temos outra saída senão mudarmo-nos para outro campo.
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Moral da história: É melhor fazer do que pedir favor a alguém. 
Nicéas Romeo Zanchett 

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

O VEADO VAIDOSO E OS LOBOS



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O VEADO VAIDOSO E OS LOBOS 
                Num certo dia de verão, veado foi ao lago beber água. Ele aproveitou que as águas estavam igual a um espelho e ficou admirando a sua própria beleza. Mas não se mostrava nada satisfeito pelo que estava vendo e começou a maldizer-se: 
                 - Os meus chifre são realmente lindos, maravilhosos; mas minhas pernas não combinam nada com minha beleza.  Acho que são grandes e muito finas; realmente, a natureza não foi justa comigo. 
                  Naquele exato momento avistou uma matilha de lobos que vinha em sua direção. Não pensou duas vezes e saiu correndo; os lobos ainda tentaram pegá-lo, mas não conseguiram. 
                  Depois de uma longa corrida, parou   para descansar, e então pensou: 
                  - Acho que a natureza não errou; foi graças às minhas pernas finas que consegui salvar-me; esses lindos galhos da minha cabeça só atrapalharam. Se não fosse pela sabedoria da natureza, teria virado jantar dos lobos. 
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Moral da história: A vaidade pode prejudicar. Nem sempre o mais belo tem maior serventia. 
Nicéas Romeo Zanchett 
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O MACACO E A ONÇA

O MACACO E A ONÇA 
                 A onça é mesmo um animal muito esperto; pode ficar por horas esperando uma presa para dar seu bote mortal. 
                 Houve uma onça que resolveu fingir que estava morta para pegar sua presa com mais facilidade. Ela pensou: 
                 - Vou ficar aqui, bem quietinha, para que todos pensem que estou morta; assim, quando os trouxas se aproximarem, e estiverem bem perto, dou meu bote e terei, então, uma farta refeição.
                 A ideia parecia ótima. Quando os bichos da floresta souberam que a onça havia morrido, foram logo ver e até queriam fazer um velório.
                 Aos poucos, todos foram chegando, e entre eles havia um macaco muito experiente, que perguntou:
                 A dona Onça já espirrou? Todos sabem que as onças espirram antes de morrer. 
                 Ao ouvir essas palavras, a onça soltou um espirro de fazer a terra toda estremecer. Os bichos fugiram todos apavorados. Não ficou ninguém para o enterro. 
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Moral da história: com esperteza demais costuma dar tudo errado.  
Nicéas Romeo Zanchett
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A LIGA DOS ANIMAIS


                      A LIGA DOS ANIMAIS
A onça chamou e reuniu todos os animais da selva e fez uma proposta:
- Que tal se nos uníssemos e fundássemos a LIGA DOS ANIMAIS? Tudo o que caçarmos de hoje em diante será dividido entre todos. Desta forma nunca nos faltará alimento.
Todos aplaudiram a ideia. Afinal, a onça era a melhor caçadora que havia na região. Certamente, pensaram eles, todos nós sairemos lucrando.
No final da tarde a raposa apareceu com um gambá que havia caçado.
Eis aqui a minha contribuição para nossa liga. Vamos dividir em partes iguais.
A onça adiantou-se: 
A primeira parte é minha porque fui eu que dei a ideia e sou a mais velha.
Sem discutir, todos concordaram. Mas ela não parou por ai.
- A segunda parte também é minha porque sou a mais forte e preciso manter-me bem alimentada.
Os animais presentes acharam aquilo esquisito, mas vá lá.
E continuou a onça:
A terceira parte também é minha porque sou a mais valente.
Inconformada com a divisão injusta, a raposa tomou a palavra e disse:
- Calma lá, essa quarta parte é nossa, afinal fui eu que cacei o gambá.
- Ah... e? - disse a onça arreganhando os dentes - pois venham pegá-lo se puderem.
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Moral da história:
Quando alguém propõe igualdade para todos, desconfie. Quem estiver no poder sempre ficará com a maior parcela.
Isso acontece muito na política. Quando querem se eleger prometem tudo e depois esquecem as promessas.
Nicéas Romeo Zanchett
http://gotasdeculturauniversal.blogspot.com.br

A RAPOSA E O QUEIJO

                        A RAPOSA E O QUEIJO
Os corvos sempre tiveram fama de serem péssimos cantores. Ninguém gosta de ouvi-los.
Certo dia, a raposa estava passando embaixo de uma árvore  quando viu lá em cima um corvo empoleirado num galho.  Tinha na boca um grande pedaço de queijo. Logo a esperta raposa teve uma ideia para tomar-lhe o petisco:
- Amigo corvo, sabe que não existe nenhuma outra ave que cante melhor que você? Elas não pedem para você catar por inveja.
O corvo ficou orgulhoso com o elogio. Finalmente alguém reconhecia seu talento de cantor.
E continuou a raposa: 
- Será que daria para você deliciar-me com uma de suas melodias?
Orgulhoso e de peito estufado, o corvo abriu o bico e se pôs a cantar. Nem percebeu que derrubou o queijo perto da raposa que o pegou e saiu correndo para saboreá-lo.
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Moral da história: Não se deve acreditar em elogio de inimigo.
Niicéas Romeo Zanchett
http://asfabulasdepilpay.blogspot.com.br

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O CACHORRO E O CARNEIRO




O CACHORRO E O CARNEIRO - Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -





Um cachorro levou um carneiro ao tribunal, acusando-o de não devolver-lhe um pão que lhe havia emprestado tempos atrás. O carneiro defendeu-se dizendo que nunca pedira pão algum ao cachorro. O cachorro disse então que iria trazer testemunhas. Trouxe um lobo, que testemunhou ter visto como o cachorro emprestara o pão ao carneiro:
- Como diabo você pode negar o que vimos?
E assim o carneiro foi considerado culpado de perjúrio e condenado a devolver o pão ao cachorro. Mas o carneiro não tinha nenhum pão, e assim o tosquiaram, fazendo-o pagar com sua lã a quem nunca lhe emprestara nada.
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Moral da história:
Cuidado com os que contam mentiras sobre um inocente e ainda as "provam" usando perjúrio.
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Nicéas Romeo Zanchett
http://selecaodehistoriasinfantis.blogspot.com.br
http://gotasdeculturauniversal.blogspot.com.br

O HOMEM E O MACHADO


O HOMEM E O MACHADO - Fábuda de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C. -

Um homem certa vez mandou forjar um machado e foi à floresta pedir às árvores que fornecessem um cabo para ele. As árvores decidiram que a oliveira deveria fornecer-lhe um bom cabo; o homem pegou-o, colocou no machado e começou a derrubar as árvores e cortar seus galhos.

Disse o carvalho às outras árvores:

- Bem feito para nós. Somos culpadas de nosso infortúnio porque ajudamos nosso inimigo a arranjar o cabo. Somos a causa da nossa ruína.

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Moral da história:

Aquele que ajuda seu inimigo causa infortúnio a si próprio, e é por isso que todos pesam cautelosamente o que fazer quando um inimigo pede conselhos ou ajuda. - Esopo.

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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

O CAMELO QUE DEFECOU NO RIO


O CAMELO QUE DEFECOU NO RIO

Fábula de ESOPO - Fabulista grego do século VI a.C.

Um camelo atravessava um rio de rápida correnteza. Defecou, e viu então seu excremento passar por ele, levado pelas águas ligeiras. E disse: "o que vejo? O que estava atrás de mim ainda agora, eu vejo passando a minha frente!"
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Moral da história:
Isto se aplica a uma cidade ou um país em que os últimos e os imbecis é que dominam em vez dos primeiros e dos sensatos. Esopo.
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Nicéas Romeo Zanchett
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sábado, 18 de abril de 2009

A MOÇA E A VASILHA DE LEITE


A MOÇA E A VASILHA DE LEITE
Fábula de Esopo. - Fabulista grego do século V a.C.
Uma moça ia ao mercado equilibrando, na cabeça, a vasilha do leite. No caminho, começou a calcular o lucro que teria com a venda dele.
- Com este dinheiro, comprarei muitos ovos. Naturalmente, nem todos estarão bons, mas, pelo menos, de três quartos deles sairão pintinhos. Levarei alguns para vender no mercado. Com o dinheiro que ganhar, aumentarei o estoque dos ovos. Tornarei a pô-los a chocar e, em breve, terei uma boa fazenda de criação. Ficando rica, os homens, pedir-me-ão em casamento. Escolherei, naturalmente, o mais forte, mais rico e mais bonito. Como me invejarão as amigas! Comprarei um lindo vestido de seda para o casamento e, também, um bonito véu. Todos dirão que sou a noiva mais elegante da cidade.
Assim pensando, sacudiu a cabeça, de contentamento. A vasilha de leite caiu no chão, o leite esparramou-se pela estrada e nada sobrou para vender no mercado.
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Moral da história: Não se deve contar com o ovo quando ele ainda está dentro da galinha.
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Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico
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